quinta-feira, 2 de junho de 2011

Meu Império de palavras

Lembra quando nos conhecemos?
Eu carregando uma pilha de livros e você retirando um do topo para me ajudar...
Creio que você deveria ter retirado todos e os largado a beira daquela rua...
E pego minha mão e me conduzido para longe dessas veredas.
Até que as coisas funcionaram durante um bom tempo... mas o peso daqueles livros de outrora jamais deixaram meus braços.
Então, depois daquela sua festa (antes até) acabei ficando cego.
Apontar os fatores seria uma maneira de tentar reduzir minha culpa.
Bem, resolvi adotar uma nova paixão ainda naquela época, com a qual convivo até hoje...
É, sinto sua falta apesar de tudo.
Não sei em que ares e mares você está agora.
Ainda permaneço no mesmo lugar, por mais irônico que possa parece (dado o fato de eu pensar em ganhar o mundo...)
Seu aniversário está a chegar, estamos distantes e tudo o que tenho para lhe dar, e para me recordar são apenas
as palavras.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Tarde da noite...

"It's late at night. Coffee's on the brew. Crazy things we talk about, the crazy things we do. Well, the music's on low, my heart - it's so high. It's time I should go, but I just can't say goodbye. So it's one more song, I'll be movin' on... play one that never ends. One more song, I'll be movin' on, play a long one..." A boa e velha vinheta das 23h da Ouro Verde f.m.... Sempre gostei dela.

Bem, neste exato momento em que escrevo (1h10) tenho muitas coisas a serem feitas: concluir a leitura do texto "De Ceuta a Timor", de Luís Felipe F. R. Thomaz (24 páginas acho), começar "Os Descobrimentos e a economia mundial", do caríssimo Vitorino Magalhães Godinho (esse texto é um pouco maior, 53 páginas) e, tudo isso para daqui algumas horas (esses são as prioridades; há mais outros, dos quais perdi a conta ou, não tive informação... mas, prometo a leitura de todos antes do final deste primeiro semestre). Também preciso levantar o mais cedo possível após poucas horas de sono para participar de um mini-curso sobre literatura cortesã na Inglaterra dos séculos XII e XIII, no NEMED (Núcleo de Estudos Mediterrânicos - UFPR) e depois, a mesma rotina de sempre (almoço, aula, quem sabe alguma biblioteca), culminando num ligeirinho (ou biarticulado) cheio, para conseguir chegar em casa, ler mais textos, ouvir mais música, escrever mais no MSN, ficar até muito tarde acordado, levantar muito cedo e, dar sequência ao ciclo sem fim (lembrei do desenho "O rei leão" - mais uma coisa sem sentido). 
Estou com pouco sono e, escrevi um texto enorme sobre Júlio Verne que acabei de selecionar e apertar "delete" por ter ficado demasiado longo, idiota e sem sentido. Minha vontade agora é simplesmente escrever. Qualquer coisa. Hoje, ao fim da tarde, fui à Biblioteca Pública do Paraná e tomei de empréstimo o livro "Cristóvão Colombo", do próprio Júlio Verne. Estou ouvindo, como de costume "Hunting High and Low", do A-ha e, pensando muito em Nárnia, País de Aslam e afins. Aliás, estou lendo "O Senhor dos Anéis - A sociedade do anel" e estou gostando muito - e olhe que eu nem botava fé na obra de Tolkien. Tenho uma imensa vontade de assistir a Trilogia dos Dólares mas, tenho optado por dedicar meu tempo a uma carga enorme de leituras, muitas vezes imposta por eu mesmo. Viagens a parte, já passei quase uma hora entre "backspace", "delete" e "enter" e, apenas isso saiu e ainda assim, nada de bom surge. Porém, acabo de pensar, enfim, numa utlidade para o blog: entreter (ou, certamente, não entreter) poucos leitores ou, aqueles de costume, com meus devaneios, perturbações, anceios, alegrias, etc. 

Acho que (um adendo: agora são 2h02) por hoje é só, como diria (de outra forma) um personagem cômico dos desenhos da Warner Bros. Abaixo, "Hunting High and Low", que não toca na Ouro Verde depois da vinheta das 23h. 

   
  
  

sábado, 26 de março de 2011

Falta de imaginação e "Rango"

No momento, estou a ouvir "Hunting High and Low" do A-ha. Vejo que as moscas não fizeram um bom trabalho com o blog desde que o larguei a elas. Ao menos, aprendi uma lição com isso: nunca confie em moscas. Idiotices a parte (mas não as abandonando completamente, já é um vício), continuo a não saber o que escrever aqui. Ainda estou a esperar por uma luz divina que ilumine minha mente perturbada e me dê uma razão para ter um blog. Enfim, vamos começar a enrolação.

A duzentos anos atrás (três ou quatro semanas pelo Calendário Gregoriano), fui ao cinema duas vezes (em dias diferentes) com pessoas que considero muito especiais e em ambas, fomos ver um filme que, para mim, desbancou "Toy Story 3" como melhor animação: "Rango", do diretor Gore Verbinski.
É claro que todos, em algum momento de suas vidas, devem ter gostado de Toy Story. Isso aconteceu comigo. Mas, Rango é uma animação a parte: é um western. No início, até tive minhas duvidas; um camaleão (ou lagarto?), com crise de identidade, sofre um acidente [CUIDADO, SPOILERS] e cai no meio de uma auto-pista em um deserto escaldante... enfim. O mais legal de tudo é a surpresa para os fãs de wersterns, pois a animação é recheada de referências aos clássicos, sobretudo à "Trilogia dos Dólares", de Sergio Leone, que acabou por lançar Clint Eastwood como o maior cowboy de todos os tempos (afirmação 100% imparcial de minha parte).
Poderia eu passar horas enunciando as várias referências: a música inicial, semelhante às compostas por Ennio Morricone, a cascavel, Jack, que é uma alusão a Lee Van Cleff (reparar no chapéu e no "bigodinho" dela) e é claro, o próprio Rango que ao final, representa o "Homem Sem Nome" - clássico personagem de Clint Eastwood. E, é claro, Clint não poderia ficar de fora. Algo que achei brilhante foi a criação de uma entidade mágica, "O Espírito do Oeste" que, bons minutos de filme depois da primeira menção, aparece para Rango no ápice de sua crise de identidade sendo, nada mais, nada menos que o próprio Clint Eastwood, trajado como "O Homem sem Nome" e tudo o mais (bem, não lembro de ver confirmação nenhuma em lugar algum se aquele de fato era o Clint mas, aquele que assistir vai perceber de cara a fisionomia, suas expressões e, aquele jeito de falar inconfundível). Segue abaixo, o poster do filme:

   
Como deve-se supor, não estou mais ouvindo "Hunting High and Low"... estou a quase duas horas escrevendo este post, pois, enquanto dialogo no MSN vejo coisas de western no Youtube - bateu aquela vontade de ver "Três Homens em Conflito"! Esqueci metade das coisas que ia falar sobre Rango quando estava começando a escrever tudo isso. Quando tiver mais tempo e mais imaginação, escreverei algo sobre Westerns e, outra coisa que estou com vontade é, sobre a trilogia "Fronteiras do Universo" do Philip Pullman. Deu para perceber, portanto, que estou finalizado minhas palavras de hoje. Para concluir, ouço "Talk" do Coldplay, pela septuagésima quinta vez. Até a próxima!

Mas primeiro... um bom vídeo para finalizar o post!



sábado, 26 de fevereiro de 2011

Filmes jurássicos!

Aproveitando que neste domingo, dia 27 de fevereiro, passará na Temperatura Máxima (Rede Globo), o "inédito" filme "Raiders of the Lost Ark" (no Brasil, "Os Caçadores da Arca Perdida") resolvi procurar alguns vídeos no Youtube para matar a saudades do grande arqueólogo, conceituado internacionalmente, Indiana Jones. Qual foi meu espanto quando, procurando um trailer deste primeiro filme, encontrei um, de uma versão de 1951! Achei que a idéia do "Raiders of the lost Ark" era original, não um remake! Abaixo, o trailer da espetacular produção do início da década de 1950:



Certamente, uma ótima montagem, ou melhor, excelente montagem. Juntamente a esta, e do mesmo autor, encontrei uma do filme "Forrest Gump" que foi datada de 1949, e "Ghost Busters", 1954. Para completar este post, vou adicionar mais um filme que merece aplausos, "The Empire Strikes Back", de 1950, com incríveis efeitos que para a época, são de cair o queixo!


Parabéns ao autor desses vídeos!

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

E assim fez-se o blog...

Um blog. Era só o que me faltava. Já não bastava ficar escrevendo histórias delirantes envolvendo trens, ilhas e demais devaneios, mas não, eu não me contento com pouco, não posso ficar quieto, tranqüilo, cuidando das minhas coisinhas. E, o que eu farei aqui, neste novo ambiente? Não sei, essa é a resposta. Você pode se perguntar, "por que está aqui então?!", e eu poderia dar mil respostas - pressão de algumas (ma) pessoas (a) (sim, ela vai entender isso), pura influência de uma sociedade globalizada cheia de modinhas, ou, simplesmente, para ter meu espaço na WEB. 
Veremos com o passar do tempo, se eu não ficar cansado disso e abandonar o blog as moscas (espero que, caso isso aconteça, elas possam fazer postagens para não deixá-lo parado), o que irá acontecer. 
Enfim, não sei mais como enrolar este post. Estou sem imaginação, é noite, e ainda estou pensando em terminar o designE deste novo espaço. Fico por aqui. Na verdade, minhas palavras ficarão por aqui, se der, volto amanhã, depois, ou ontem para escrever mais algumas coisas.
Até lá!